Revista ClienteSA - Eventos 2006
 
 
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.: APRESENTAÇÃO


Atualmente, as evoluções das tecnologias de informação e de transmissão de dados marcam a nova fase do processo globalizado do setor.

Apesar de todos os problemas de desigualdade social e, conseqüentemente, de inclusão digital, o Brasil já é o décimo País em número de internautas do mundo, com 26 milhões de pessoas conectadas à rede mundial de computadores. O número é alto, mas se levarmos em conta a penetração em relação à população total, ela ainda se resume a 14,1%, enquanto nos EUA, por exemplo, chega a 68,1% dos habitantes.

Os números se refletem no comércio eletrônico que as vendas feitas pela internet no primeiro semestre de 2006 chegou a de R$ 1,75 bilhão, o que significa que houve aumento de 79% em relação ao mesmo período do ano passado. Mas para que esse número aumente ainda mais se o mercado focar nos 70% de consumidores das classes A e B que ainda não fazem compras online e nos 90% de consumidores da classe C.

Segundo dados levantados em 2005, 15,5% dos internautas brasileiros já realizaram ao menos uma compra online. A preferência é por CDs, livros e DVDs (50% dos produtos adquiridos), seguida por eletroeletrônicos e produtos para a casa (27%) e roupas e calçados (6%). E, para efetuar esse tipo de compra, o cartão de crédito foi eleito como meio preferido de pagamento dos internautas. De acordo com um estudo publicado recentemente, 'O Cartão de Crédito e o Comércio Eletrônico', parte deste estudo 'Indicadores do Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento', feito por uma grande processadora de cartão, nos últimos 12 meses 85% de todas as transações foram pagas utilizando esse meio de pagamento. Para este ano, a Credicard-Itaú estima que o volume de transações na rede com cartões de crédito deva aumentar 65% em relação a 2005. "Pesquisas qualitativas realizadas indicam que a utilização do cartão como meio de pagamento online torna-se freqüente a partir da primeira compra. Em outras palavras, uma vez vencida a resistência do primeiro uso, o cartão passa a ser o meio de pagamento preferido

A participação dos pagamentos de compras online com cartões de crédito vem aumentando. Em 2005, as compras online representavam 1,8% do total de compras pagas com o cartão e em 2006 passaram a representar 2,4%, ou seja, houve um crescimento de 65% no volume de transações, bem superior ao estimado para o mercado de cartões, que é de 25% em 2006, e para o comércio eletrônico em geral, que é de 34%. Além disso, nas compras online pagas com cartão, o tíquete médio é 219% superior ao valor médio de todas as compras com cartão. O valor gasto em cada compra pelo usuário de cartão de crédito em geral é de R$ 90, enquanto os internautas gastam em média R$ 219 em cada compra paga com cartão de crédito.

» A Fraude

Uma pesquisa realizada recentemente com 3 mil CIOs (Chief Information Officers) e vice-presidentes de empresas de 17 países revelou os principais posicionamentos dos executivos em relação aos crimes digitais e a segurança da informação. O estudo analisou companhias que atuam nas verticais Saúde, Finanças, Varejo e Indústria e destacou 150 diretores de tecnologia no Brasil que traçaram um panorama do mercado local em relação ao mundial.

Dos executivos brasileiros entrevistados, 91% acredita que grupos criminosos organizados, cada vez mais especializados, estão substituindo hackers individuais no mundo do crime digital. Na análise global, o índice foi de 84%, o que foi considerado alto pela gigante de TI. Outro dado que aparece em destaque aponta que 86% das empresas ouvidas no Brasil e 66% do total global afirmam que as ameaças à segurança corporativa estão surgindo dentro das próprias organizações.

Os ladrões virtuais aparecem como maior ameaça ao negócio no mercado brasileiro para 38% dos entrevistados, maior do que os 23% que apontaram o crime físico como principal preocupação. No levantamento mundial o mesmo índice sobre para 40%. Em relação ao impacto financeiro, 71% dos executivos de TI no Brasil acreditam que o crime digital traz mais prejuízos às organizações do que o crime físico, 29%.

Entre os executivos brasileiros, 72% acreditam que estão protegidos adequadamente contra o crime digital organizado, índice maior que no mercado global com 59%. Paradoxalmente, 83% dos gestores de TI no País concordaram que a aplicação da lei não é suficiente para combater o crime digital organizado, mundialmente, esse número chega a 60%.

A descrença no poder legislativo também é bastante superior no Brasil com 90% das companhias consultadas destacando que os legisladores do País não estão fazendo o suficiente para ajudar empresas e consumidores a combater o crime virtual.

» Iniciativas e impacto nos negócios

O estudo ainda apontou que o Brasil está alinhado aos demais países em relação às principais iniciativas de segurança que serão adotadas em 2006. A atualização do software de vírus foi apontada como a primeira medida, por 24% dos empresários brasileiros e 27% dos executivos da amostra global. No Brasil, a implementação de sistemas de gerenciamento de vulnerabilidades e correções na rede aparece como a segunda prioridade para 23%, pouco maior que os 19% registrados pela pesquisa mundial.

Quando o assunto é o impacto gerado por crimes digitais nos negócios, 80% dos brasileiros acredita ser a perda de clientes e a elevação do custo, enquanto o percentual fica em 67% entre os executivos do estudo global. O dano à imagem aparece em segundo lugar, em relação ao impacto nos negócios, para 77% das empresas ouvidas no Brasil e para 63% no mundo.

Além disso, outros impactos foram citados como perda de receita, apontada por 66% dos executivos, custo do serviço de restauração (59%), perda da produtividade dos funcionários (52%) e perda de clientes em potencial, resposta dada por 50% dos entrevistados. Custo de investigação da violação e a perda da capitalização do mercado aparecem logo após com 38% e 37%, respectivamente.

 
» Escopo e Foco da Conferência
Enquanto o mercado de soluções em TI destaca os avanços no desenvolvimento da convergência digital, outras prevenções contra crimes corporativos as fraudes eletrônicas, segurança e prevenção continua sendo um desafio das instituições e das corporações.

Nesse contexto, o objetivo do Workshop FRAUDES E CRIMES DIGITAIS – CARTÕES, MEIOS DE PAGAMENTOS E TRANSAÇÕES ELETRÔNICAS tem como finalidade apresentar e trazer para discussão as melhores praticas enaltecendo os seguintes pressupostos:


i. Crimes Digitais e Roubo de Informações: Análise da Legislação e Avaliação das Causas das Fraudes Eletrônicas Relatadas pelas Instituições Financeiras e empresas Comerciais;

ii. Planejamento e Gestão de Riscos Corporativos, Tecnologia e Seguros: O Conhecimento dos Avanços Tecnológicos e os principais Investimentos que serão utilizados pelas Instituições Financeiras;

iii. O Crime Organizado no Mundo Corporativo, Perfil do Fraudador e das Fraudes: Como Prevenir, Enquadrar, Investigar e Utilizar Judicialmente o Resultado de uma Investigação Digital para Punir seus devidos Responsáveis.

iv. As Estratégias dos CIOs das Instituições Financeiras contra as Fraudes Eletrônicas e Protegendo as Transações Eletrônicas.

 
» Benefícios Esperados
Do ponto de vista de conteúdo e processos gerenciais correlacionados a convergência eletrônica, FRAUDES E CRIMES DIGITAIS – CARTÕES, MEIOS DE PAGAMENTOS E TRANSAÇÕES ELETRÔNICAS espera-se que o participante volte à sua empresa em condições de compartilhar internamente novas perspectivas e caminhos para nortear as decisões sobre os temas delineados acima.

Sob a perspectiva do desenvolvimento de carreira espera-se que os participantes da Conferência FRAUDES E CRIMES DIGITAIS – CARTÕES, MEIOS DE PAGAMENTOS E TRANSAÇÕES ELETRÔNICAS

i. Enriqueçam e aumentem a sua network pessoal e profissional, através da interação com seus pares da indústria de TI e outros profissionais - CIOs desempenhando posições relevantes nas maiores Companhias, Instituições Financeiras e provedores de Tecnologia no Brasil.

ii. Explorem oportunidades para criação de parcerias estratégias através da aproximação com integrantes da sua cadeia de valor, upstream e downstream.

iii. Corroborem seus pressupostos acerca das tendências econômicas e do mercado de comunicação móvel de dados durante as apresentações e discussões e em decorrência da troca de percepção com seus pares.

iv. Acessem as últimas tendências e ao estado-da-arte das melhores práticas de gestão obtendo um ganho extra em decorrência do alto nível de Knowledge Exchange propiciado pelo evento

 
 
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