Com o sucesso do internet banking, utilizado por mais
de 18 milhões de brasileiros, os bancos passam
a investir no auto-atendimento pelo telefone celular,
o Mobile Banking. É a chamada “terceira
onda de automação bancária”
que surge depois dos caixas eletrônicos e o acesso
via Internet.
A aliança entre diferentes famílias de
rede móvies está sendo preparado em grandes
laboratórios high tech em todo o mundo. Diversos
programas, produtos e a convergência tecnológica
devem trazer para o usuário uma gama de possibilidades
de conexão permanente.
A conveniência da mobilidade traz sempre um appeal
diferente para o serviço e muitas vezes o cliente
do banco está se movimentando quando precisa
fazer algum pagamento como mostra o estudo do Henley
Centre na Inglaterra (abaixo). O Mobile Banking é
muito conveniente para os clientes que estão
sempre se locomovendo.
A convergência na prática, as empresas
já possuem tradição no emprego
da mobilidade começam a testar o desempenho de
suas aplicações em redes convergentes.
Mas apesar de já terem Know-Kow com a utilização
de rede celular e Wi-Fi, a integração
exige troca de equipamento, adaptações
nos aplicativos e orientação para o usuário
saber em que momento deve utilizar as tecnologias.
O potencial do Mobile Banking no Brasil é muito
grande. Este serviço confirma uma tendência
óbvia, pois o celular se massificou rapidamente
e penetrou nas camadas de baixa renda. Os bancos brasileiros
vão investir fortemente em campanhas de divulgação
em 2006. De fato, não dá para ignorar
esse público: segundo a Anatel, o Brasil tem
mais de 90 milhões de assinantes de telefonia
móvel.
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